OLÁ, SEJA BEM
VINDO(a)!
me chamo Trícia, sou nordestina, casada, mãe, publicitária, cozinheira, webdesigner, bordadeira, voluntária...é aqui que eu desço a tesoura, arrasto a chinela e mando brasa. Tá servido?
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F L I C K R
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I N S P I R A Ç Ã O
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
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{ menina coringa } ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Não sei, mas talvez eu esteja cometendo algum erro na educação dos meus filhos. Cada dia que passa a Thais tem tentado chamar minha atenção se comportando de maneira insuportável. É pulando encima da minha barriga enquanto eu assisto TV, é tomando os brinquedos do João toda vez que ele começa a brincar com alguma coisa, é respondendo a tudo que a gente pede, sendo sempre do contra.
Sim eu sei que paramos com o método Doman. Não tenho conseguido arranjar tempo nem animo pra continuar. Comodismo total. Esse problema tinha sido quase que totalmente resolvido no tempo em que eu sentava com ela e lia, lia, lia...
Na verdade, estou concluindo que sou mãe de uma menina-coringa. Minha filha tem multiplas personalidades, com certeza. Ou então vai ganhar o Oscar de atuação infantil.
Quando está na casa da avó paterna é independente, desenrolada, esperta, atenta ao que se passa, tagarela.
Quando está na escola é insegura, fica chupando o dedo (sim! ela chupa dedo!), e as vezes se recusa a participar das atividades em grupo.
Quando está em casa, regride, volta no tempo, quer ser um bebê. Pai e mãe vez por outra perdem a paciencia, e eu acabo sendo grosseira com ela.
Mas o que fazer?
Será que eu era assim quando meus irmãos nasceram? Será que eu tenho que viver com a eterna culpa de nunca dar atenção suficiente que cada um dos meus filhos merece? Ou sera que eu estou sendo manipulada pela minha própria filha que percebe a minha insegurança em relação a isso, e utiliza a birra como forma de conseguir o que quer?
Uma vez, Dra. C. me disse que o problema do ciúme tem que ser resolvido pela própria criança. É algo que faz parte da vida. Todo mundo tem que passar por isso um dia.
Outra vez, Dra I. me disse que eu deveria procurar um psicólogo pra tratar minha insegurança, que a Thais não tinha problema nenhum, e a culpada de todo esse comportamento era eu mesma. Ela disse que a Thais é tão inteligente ao ponto de nos manipular. Será?
Quando será que ela vai resolver crescer? Ô fase...
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